Hoje, dia 3 de abril de 2018, na área política há um agito incrível. É a última semana para os futuros candidatos às eleições deste ano, poderem trocar de partidos e fazerem as suas primeiras filiações. E nas cabeças rolam imensas dúvidas. Com o modelo atual todo ano eleitoral é a mesma agonia. Qual o partido que devo ir? Assim estão todos. É só interrogação, porque a filiação em si não garante nada, apenas, a condição, se tudo tiver certinho, que poderá ser um candidato. Com o modelo atual, que espero que seja o último, surge em cada provável candidato, o questionamento comum: onde posso ganhar a eleição com poucos votos? E o medo de concorrer com aqueles já experimentados e apenas, servir de degrau para vitória de outro. Aqui, está mais um jogo de loteria. Ninguém pode assegurar a ninguém, que seu futuro partido seja daqueles bem fácil para a sua vitória. Mas, meu amigo, eu lhe digo: ninguém perde eleição. Sempre dela se tira uma lição. O mais habitual é dizer que o povo não sabe votar. Ou ainda que foi traído. E ainda mais, que não teve o dinheiro necessário para enfrentar os tubarões. Nada disto é verdadeiro. O erro sempre será meu mesmo. Intransferível. A campanha inicia com a sua própria vida, ela retrata o seu passado em cada momento. O que você fez por merecer a soberania de um voto? Você deu pelo menos uma vez, um bom dia, a seu vizinho? Pelo menos um abraço no seu irmão, tio ou primo?

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