A minha mente está vazia neste momento que resolvi fazer uma poesia  sobre a mente vazia.  Eu penso que uma mente vazia é mesmo que uma cabaça seca que se tirou de dentro dela as sementes e outras massas entranhadas. 
Serve pra tudo, a cabaça, por exemplo serve para encher de água para beber. Serve para guardar grãos de feijão guandu  de um ano para  outro. Eu entendi que uma cabeça vazia de tudo tem a serventia de uma cabaça, serve apenas para  se guardar coisas de uso comum para um só dia.
Minha cabeça não está vazia de tudo, ela está é com preguiça  de pensar , “apois bem”, cabeça é trem de muita serventia e a gente não deve deixar ela na preguiça de jeito nenhum,  porque sempre tem coisa nova pra colocar dentro dela. Cabeça não é cabaça, embora se pareçam muito na escrita, só tem que ter uma cabeça no meio ponto,  é muito bom porque pode deixar dentro dela o que é novo e que pode ser aprendido.
Vou prestar muita atenção em mim mesmo, para não ficar desopilado de pensamento novo.  A vida não descabaceia nunca e precisa ter sempre na cabeça uma reserva de sabedoria  e muito de esperteza. Estas escritas que pode se chamar de poesia, nada mais são, que delírios dos momentos, e nada de bom proveito para as conjuminâncias, a não ser, de ver o tempo passar enquanto se entrete.
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