1. Biblioteca Pontes Pinto – prédio que serviu à Seplan/Sepog. Ela sempre foi ali, depois livros encaixotados e guardados.  O prédio é tombado. Não se pode mexer muito nele. Nem subir outro andar. Agora, não quero uma biblioteca, só pra dizer que é biblioteca. A mesma de sempre. Os mesmos livros de sempre.  Eu preciso de mais ideias novas, para incluir a Praça Aluízio Ferreira uma extensão da biblioteca Pontes Pinto. A praça e o prédio comungados. Preciso de ideias. Esta biblioteca ainda ainda existe alguma coisa por causa da Nazaré.
  2. Eu vi na Colômbia uma biblioteca maravilhosa. A biblioteca Nacional. Enorme. Lá a coisa é séria. O Banco Nacional da Colômbia cuida de todos os museus e bibliotecas. Incrível. A biblioteca é mais que biblioteca. Vi uma exposição de Cervantes. Incrível como aquele cara era um gênio. Autor de Dom Quixote. Vi instrumentos musicais de todas as idades.
  3. Será que a Biblioteca Pontes Pinto, incluindo a praça e o coreto, com instalações e materiais de fácil movimento, com tudo pra as crianças, internet de alta velocidade, tudo disponível ali. Alunos das escolas vizinhas. Juventude. O livro. Quem está fazendo o serviço é o Elvandro da Sugespe, fone dele para contato é 98484 6865, trabalha no Palácio Rio Madeira, tudo pode ser levado pra ele.
  4. A pessoa pode pegar um livro, ali mesmo, sentar num banco, ler alguns capítulos e depois devolver. Se quiser levar pra casa e devolver pode. Na Praça Aluízio Ferreira tem eventos. Feira de mercadorias e artesanato. E shows aos domingos. A biblioteca na praça pode ter o formado das barracas dos feirantes. Montar e desmontar todos os dias. Colocar cores bonitas nas barracas. Criar.
  5. Já pensou o coreto servir par aos saraus, musicais, poesias declamadas por seus autores e shows de viola e acordeon?  Pelo menos uma vez por semana? e Muitos livros esparramados. Os livros podem também ser colocados em carriolas, como a dos vendedores ambulantes, com rodas. Criar.
  6. A biblioteca é pequena, mas, quero que ela fique grande. Quero que ela seja escandalosa. E deixar a meninada desvairada com livros, internet, zap zap e misturar tudo, Machado de Assis com o blogueiros.
  7. Eu ainda não consegui ler um livro eletrônico baixado no computador. Costume meu. Gosto de passar a página. Riscar o livro. Destacar frases bonitas. E depois faço um resuminho do que li.
  8. Quem ler nem precisa viajar. Porque viaja no livro. E tudo sai dos livros. As novelas, os filmes, os vídeos. O livro dá trabalho para ser produzido. Muita pesquisa.
  9. Já pensou ali, naquela praça, mais tarde, os escritores de Porto Velho, se juntarem, mas, precisa de um barzinho por perto, a inspiração vem muito mais aguçada depois de uns goles de conhaque.  Sim, continuando, os escritores por ali – e surgir a Feira do Livro de Porto Velho. E a cidade pegar fama, como Parati?
  10. Tem uma moça de Vilhena que deseja falar comigo. Ela cuida da biblioteca de lá. Não me lembro o nome dela. Se alguém ler este trecho e conhecê-la. Ela trabalha na Prefeitura. Estarei lá esta semana. Conte comigo minha bibliotecária, vamos fazer a mesma coisa aí.
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