Vou tirar aqui, por conta própria, as secretarias de Educação, Saúde, Esporte e Cultura, Ação Social, Justiça e Segurança Pública. São todas secretarias que trabalham diretamente com o povo. O que se vê, no dia a dia, que cada secretaria parece, que põe no seu entorno e limite, um muro intransponível. Como se mandasse um recado – não entre no meu território. Isto representa o fim do mundo.

O egoísmo. E indo mais além, até parece um mundo do homem primitivo, que demarcava seu território, para sobreviver. O Governo tem oferecido cursos fascinantes, que mostram justamente isto. A importância da integração e do compartilhamento. Uma secretaria sem muros. Uma entrar dentro da outra, ter vasos comunicantes.

Num presídio todos tem obrigações a fazer neles, saúde, educação, ação social, esporte e cultura. Significa que cada secretaria têm vários secretários, que se integram em ações, recursos, resultados. A violência que toma conta do país, só poderá ser combatida, com a integração de todos os entes estaduais, focada principalmente, na prevenção. E aí tem a juventude estudantil, carente de ações inteligentes por parte do Estado. Eu tenho repetido, insistentemente, que a educação é salvadora.

Com a escassez de recursos que os estados vivem, nesta crise imensa, a racionalidade das ações, impõe-se como um dever cívico. Até aconselho que todos estes secretários das pastas citadas, no início, poderiam se reunir, bem informalmente, para conversarem  todas as semanas sem pautas definidas. Na casa de um, na casa do outro, no fundo do quintal, numa roda, bem a vontade, sem nenhuma formalidade. Falar de integração do trabalho e deixar a conversa rolar. Conversas informais, que até podem ser movidas com alguns goles de vinho, cerveja ou cachaça.

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