Dias atrás concedi a Medalha Marechal Rondon para Almir Brasil. Servidor público com 67 anos de idade e que trabalha até hoje.

O merecimento dele foi pela contabilidade do Estado, que cuidou dela de 2003 a 2013. Onde tudo era muito primitivo e difícil.

Seus equipamentos de informática não tinham mais reposição. Mesmo assim, fazia gambiarra e continuava o serviço. Fazendo milagres. Nem jeito de migrar dados para outro sistema mais moderno havia.

Quando o sistema parava, demorava seis horas para voltar. As versões eram tão antigas que, segundo a empresa Software AG (empresa desenvolvedora e proprietária dos sistemas), era a versão mais antiga de toda a América Latina.

Apareceu um filho de Deus que fez a migração raríssima para um sistema novo em 2013, aumentando a velocidade das respostas em 60 vezes.

“Brasil” está vivo e firme, hoje como gerente administrativo e financeiro de uma secretaria. Chegando perto de ser transposto para o quadro federal. E já tem um novo projeto de vida – voltar a estudar.

O cara é fera. É o “Brasil” que faz.  E o Estado de Rondônia e os seus governadores devem muito a este exemplar servidor.

 

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