Eu ando pelo Estado e o que vejo são as iniciativas fantásticas de gente trabalhadora e empreendedora. Gente que vem lutando, economizando, investindo, muitas vezes, sem nenhum incentivo ou empréstimo com juro humano. No peito e na raça. Um exemplo, que posso contar para vocês é a imensa capacidade que se vê na agricultura familiar.  Nas agroindústrias. Na piscicultura. No artesanato. Muita gente gerando o seu próprio trabalho. E é justamente este imenso segmento, de gente ousada e trabalhadora, que o Governo deve se concentrar. O Banco do Povo já cresceu muito. E eu quero mais. É como se diz, quero Rondônia em movimento. Num movimento forte de boas práticas. O açaí ainda deve ser despertado no Estado. Plantado e cultivado e industrializado. O açaí entrou no gosto do povo. Mundo inteiro. O Senador Capiberibe do Amapá já disse – o açaí é o petróleo da Amazônia. Poderemos ser ricos com o açaí e a castanha. Vocês tem visto nos mercados e feiras as o preço da castanha? A castanha virou ouro. Vamos dominar a pragas e cultivar as frutas tropicais. Tudo é difícil. Se você ficar olhando, besouros, lagartas,  fungos, vermes que atacam as plantações, você não faz é nada. Está aí a nossa grande mãe. A nossa grande mãe na tecnologia da agricultura e criação de animais é a santa EMBRAPA. Eu gostaria tanto, que as universidades também, entrassem nesta roda, de produzir pesquisa voltada para a necessidade prática. Porque tem porões de teses sem serventia neste país. Teses de doutorado, que não valem nada para a atividade produtiva ou industrial. Só para encher currículos imprestáveis. Se tem uma entidade pública neste Brasil que não pode sofrer nenhum contingenciamento de recurso, este órgão se chama EMBRAPA. É covardia atrapalhar a EMBRAPA. E vamos gente, produzir alimentos de qualidade para o mundo. A humanidade precisa de alimento, o nosso país tem imensa capacidade de produzir alimentos. Vamos vender comida industrializada. Não simplesmente encher navios de grãos inteiros de soja, cacau, café e frutas.

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