São trinta e oito (38) estados, ditos subnacionais, de várias partes do
mundo, que fazem parte do GCF (Governo, Clima e Floresta). 
A cada ano, reúnem-se num determinado país, para avaliar as estratégias, o desempenho e buscar parcerias para o enfrentamento aos desmatadores de nossas florestas, principalmente, as florestas nativas e tropicais.
O apoio aos povos indígenas e comunidades tradicionais (extrativistas, quilombolas e ribeirinhos) foi um ponto eleito este ano, como importante para a preservação das florestas. Porque estas comunidades vivem em contato com a natureza e precisam das florestas para viverem. Faltando para eles apoio financeiro, assistência técnica, para que possam viver dignamente e serem verdadeiros protetores das florestas nativas.
Outro ponto bem destacado é o comércio de carne, leite, madeira, minerais, artesanato, alimentos – que todos sejam certificados. E esta certificação dará a certeza e a garantia de um produto comercializado e de origem sustentável. Um produto limpo.
Porque as florestas são importantes para todos os animais, com destaque para o ciclo das chuvas, temperatura global e a manutenção dos rios e dos igarapés.
Temos consciência que é difícil mudar a dinâmica do setor econômico, que pensa justamente o contrário: que desmatar dá lucro e que tudo tem que ser destruído rapidamente para se ganhar dinheiro.
Dá para fazer as duas coisas juntas e viver muito bem.
Eu estou mais do que convencido de que RONDÔNIA não precisa desmatar mais nenhuma árvore, para em seu lugar plantar capim ou qualquer lavoura.
Basta olhar as pastagens degradadas, encapoeiradas, cupinzeiros, socadas por mais de trinta anos de pisoteio do gado.
Do outro lado, eu quero que este post seja lido por gente que chegou a Rondônia nos anos 70, 80 ou 90 e que deve ter alguma fotografia do rio ou igarapé que cortava a propriedade e veja como está hoje! 
Com certeza, tudo se limitou a um fio d’Água ou rio seco completamente e nascentes mortas.
E a gente fica olhando, cheio de saudade, o lugar onde se tomava banho, lavava roupa ou puxava água para se beber, virou um risco morto no meio da propriedade. Eu tenho certeza, se pudesse voltar  atrás, você deixaria as margens dos igarapés protegidos e diria – perdoai-me por tão grande ignorância! “
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