Cacau e café
Qualquer lugar do mundo que visite, tem lanchonete, tem café, tem franquia de cafés finos, chocolates e de misturas dos dois. Se o mundo consome, se o homem gosta, o que nos resta produzir cada vez mais, tanto um, quanto o outro.
Qualquer lugar do mundo que visite, tem lanchonete, tem café, tem franquia de cafés finos, chocolates e de misturas dos dois. Se o mundo consome, se o homem gosta, o que nos resta produzir cada vez mais, tanto um, quanto o outro.
Por certo, alguma coisa não sairá na conformidade da grandeza deste projeto: “Declare seu amor” que é uma iniciativa de duas juízas de direito do Estado de Rondônia e de um desembargador (não citarei os nomes pela natureza dos cargos). O Projeto é simples, portanto, o que é simples é bom e fácil de fazer. […]
Aqui, no Brasil, como se diz: – se o governo não atrapalhar já está bom demais. É pura verdade. Até parece um versículo da Bíblia. Então, o que tenho observado é o crescimento das iniciativas do povo, em fazer “alguma coisa”, que venha ajudar o nosso próprio povo. Meses atrás, os jornais mostraram em nível […]
Todos os países do mundo já tiveram crises. E de toda forma de crise, que nem vou citar aqui. Certo é que seus povos se mexem, mudam aqui e ali, e dão um tempo, ajustam-se e vão saindo devagarinho delas. Enfim, para todo momento de crise, obrigatoriamente, deve surgir o grande líder, para puxar o povo para o bom caminho.
De leste a oeste, dentro do ônibus, tocando a vida entre cochilos e visões do Brasil tão grande, tão místico e colorido. Não só de cores vive um país. Foi-se o primeiro dia, dois e eu ali, parando nos pontos certos. As malas, as bolsas, as pessoas que vão ficando cansadas, transmutando-se em outros seres […]
BRASIL – da minha parte acredito que a melhoria da qualidade da educação seria um bom começo, para o Brasil arrancar. Só que demora. Se nada fizermos agora, com medo do tempo, ele irá passar do mesmo jeito. E vamos olhar para trás, arrependidos e frustrados; BRASIL – o maior buraco que teremos que tapar, […]
Governar é a arte de engolir sapos. Ou governar é cortar cabeças. Ou ainda mais – governar é ser o fiel da balança, de um lado o prato do conflito e do outro, o do interesse