Um futuro melhor para todos

Um futuro melhor para todos

Falar de mudanças climáticas não é para amador. E ao mesmo tempo é. Quando falo em amador, quero dizer das pessoas simples, de poucas letras, que podem viver na cidade ou no campo. Sendo ou não sendo, termina que a todos interessa. E cada um tem um pedaço de responsabilidade, para que a vida na terra seja possível.

Mas, este assunto, para muitos e muitos é uma ilusão ou fantasia nas cabeças de ambientalistas radicais, mundo afora. A ciência está aí, para mostrar justamente o contrário. Este homem raro e precioso, que procura fazer a sua parte, somadas suas atitudes, pode sim, contribuir com o planeta, mesmo que seja indignando-se como a adolescente Greta Thunberg, que tem enfrentado governos, sem arredar o pé da campanha contra o aquecimento global.

Dia 31 de outubro passado (domingo) cerca 200 países estiveram em Glasgow, na Escócia, para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26). O evento é considerado chave para reforçar o combate ao aquecimento global e proteger o planeta. Os países mais ricos, industrializados, são os mais poluidores. Não será fácil se ter uma adesão pronta e necessária, para que ano a ano, consigam reduzir a poluição de suas indústrias. Dá para se ver, que a riqueza mata. E mata de várias formas. A COVID-19 veio mostrar o poder de uma doença, que deixou o mundo de joelhos. Ninguém pega e nem vê o vírus, mas, ele existe. A doença matou muita gente asfixiada.

A gente não vê daqui debaixo a destruição das camadas de ozônio na atmosfera, que segura a temperatura suportável para plantas e animais viverem. Os cientistas veem. E conseguem medir os estragos. Se não cuidarmos a tempo, poderemos ter desastres em nosso planeta bem mais graves que a pandemia pelo coronavírus.

A coisa está andando. E tudo está posto e sabido. Carvão, petróleo os grandes vilões. Como também as emissões industriais. O Brasil é grande, pode plantar muita cana e produzir o etanol. Para nós, o etanol tem várias vantagens – emprego no campo, menos poluição e uso dos seus subprodutos. Tem muito espaço para o Brasil para produzir energia limpa.

Indo para outro lado, temos aí a energia solar. A energia dos ventos. A energia das ondas do mar. Atômica.  Esta tem dado muitos problemas – eu não recomendo, do alto da minha ignorância. Tenho medo dela. E acrescento da biomassa.

Eu estou adorando, muitos governadores brasileiros preocupados com o assunto e estão se comprometendo fazer a parte que lhes compete. E digo mais, dá para se viver muito bem – preservando e desenvolvendo. E cada pessoa pode contribuir com a sua parte, como falei no início deste texto.

 

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